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O tablier auto mobile

Anos 70. A língua francesa tinha outra força no mundo lusófono e o carro era – também – democratizado. Quer-se dizer, havia mais portugueses com acesso a adquirir uma viatura e, consequentemente a uma panóplia de bugigangas para decorar o tablier. A rádio e a cassete dominaram duas décadas. Adicione-se mais um para de décadas para a revolução da industria discográfica num primeiro passo com o CD – e no carro os carregadores de 6 CD’s – e depois a disrupção digital com o mp3.

Os anos passam, a caravana também, e as bugigangas tornam-se mais sofisticadas e orientais. Com o advento dos aparelhos de GPS o tablier adquire funcionalidades de navegação, os tabliers ganham touchscreens e quase todos as marcas nos presenteiam com a possibilidade de interagir com o carro através de uma app que instala no seu smartphone. Refiro-me, naturalmente, aos carros a sair agora das fábricas e consciente que a média de idade do nosso parque automóvel tem também uma década. E uma década é, se calhar, o que os fabricantes precisam para colocar nas ruas carros que se guiam sozinhos. Ou pelos menos sem o elemento de maior imprevisibilidade a ditar a segurança rodoviária segundo a segundo: nós.

Este tema surge este mês na sequência do rumor de que a Apple também estaria a pensar construir um desses carros que se guiarão sozinhos. E também porque a Google há algum tempo que tem um programa nesta área. Mas o que mais valida a pertinência do tema é no que se tornou a CES 2015. O que antes foi um evento que apresentou ao mundo o videogravador e o compact disc viu-se este ano tomado pelas marcas automóveis e pelo carro – sempre – ligado à Internet. Ora se está ligado à Internet venham de lá essas apps. Se está ligado à Internet vamos lá começar a ter de raiz um sistema operativo Google ou iOS de origem nos carros. E se os smartwatches e os wearables são a coisa deste ano vamos lá colocar um Hyundai a destrancar a porta e a ligar a ignição ou, melhor ainda, ordenar a um BMW que se estacione sozinho através de um comando de voz. Tudo através do seu novo smartwatch.

Um estudo recente da Accenture terá certamente confirmado estas ideias dos fabricantes automóveis. Para 39% dos potenciais compradores de automóveis a tecnologia é, per si, a característica mais importante. Três vezes mais que, por exemplo a potencia do motor (14%).

Está certamente convencido. Esqueçamos agora os carros e que a Audi trouxe telecomandado um A7 desde Palo Alto na Califórnia a Las Vegas no Nevada.

O CES 2015 foi além do web-connected car, os wearables, os pagamentos mobile, os serviços de TV através das novas plataformas e as aplicações e equipamentos para a casa inteligente.

Ainda tem espaço no seu smartphone para todas estas apps?

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