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Frozen’s Watch

É algo que tem sido chamado à atenção nos meses que antecederam o lançamento do Watch. É a primeira versão de um novo produto da Apple. Mais do que isso, é uma nova categoria de produto. E nunca se compra uma primeira versão de produto da Apple. No(s) ano(s) seguinte(s) o produto sofrerá gigantescas alterações de sofware e hardware que tornarão esta versão rapidamente obsoleta. Veja-se o caso análogo do iPad. O primeiro iPad, lançado em 2010 estava em 2012 refém do iOS 5 enquanto que ao iPad 2 ainda hoje é são dadas atualizações de software. O que será e de que servirá o Watch daqui a 5 anos? A quem aponte que este é mais que um gadget que corre instruções de código Swift do iPhone para interagir consigo. É um fashion statement e como estes sê-lo-a para todo o sempre. Como um icónico vestido Chanel. Terá sido isto que 1 milhão de pessoas viram no primeiro dia de pré-reserva do produto. Ficará este de facto congelado no tempo? Inevitavelmente. Qualquer outro gadget e tecnologia ficaria. A não ser que torne num tal vestido Chanel mas como Karl Lagerfeld já foi visto com um que até a bracelete é de ouro – uma versão customizada e única – é bem provável que isso aconteça.

Saltemos agora de Cupertino na costa Oeste para Orlando na costa Este dos EUA para lhe mostrar o mais bem sucedido, mais elegante e mais mágico de todos os wearables. Algo que a Apple, a Google ou mesmo o Facebook tentam replicar no mundo real. Sim, porque este wearable só é usado no mundo da fantasia. É bem real e será o exemplo perfeito que será o mundo dentro de uns anos quando os nossos smartphones (ou watches) se tornarem, efetivamente, os portadores do nosso dinheiro e da nossa identidade. Vá até à Disneyland e comece por reservar um jantar no restaurante Be Our Guest utilizando a app da Disney World para escolher antecipadamente a comida. Depois delicie-se, se não com a comida, com a experiencia que lhe é servida. Se estiver a usar a sua pulseira Disney e tiver feito a reserva como lhe indiquei será recebido à entrada com um sorriso e pelo seu nome. Ser-lhe-á depois indicado que se sente onde bem quiser e, se bem que ninguém lhe diga nada a sua comida chegará à mesa como que de magia se tratasse. A verdade é que a pulseira emite sinais de rádio a mais de 12 metros em todas as direções. A assim que se senta o empregado responsável por essa mesa recebe esse sinal num iPhone modificado e a cozinha recebe o seu pedido feito antecipadamente. Isto porque a mesa onde se sentou tem um receptor que captou os sinais das pulseiras e triangulou a sua posição usando um receptor no teto. O que aconteceu foi que empregado de mesa já sabia qual o seu pedido mesmo antes de você ter entrado no restaurante e sabia como identificar onde você se sentou. Como diria Steve Jobs…it’s just like magic, it just works.

Foi este o resultado de mil milhões de dólares de investimento no que é hoje a MagicBand e o produto MyMagicPlus que torna a sua visita ao parque temático mais feliz do mundo, uma visita também ao futuro. Um futuro sem fricções onde assim que aterra em Orlando não precisa de muito mais que este wearable. Não se preocupe com malas. Elas são etiquetadas com a sua informação e irão ter consigo ao seu quarto no hotel. Entre no shuttle do parque e faça check-in no hotel. No parque não há bilhetes. Encoste a pulseira nos receptores da entrada, nos receptores das diversões que antecipadamente reservou e que lhe dão direito a saltar as longas filas de espera dos menos tecnologicamente aventureiros. Se visitar o parque de Orlando este Verão o mais certo é no calor da Flórida a sua filha lhe pedir uma boneca Frozen. Se tiver a sua MagicBand também não precisa de levar dinheiro. Este só tem de estar na sua conta porque a pulseira tem a informação do cartão de crédito.

Voltemos ao Watch e à Apple. Vale a pena comprar este primeira versão? E daqui a cinco anos estará funcional? Não sei. Se puder fazer no mundo real o que a Disney faz desde 2013 com a MagicBand…sign me in!

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