kamagra kaufen kamagra oral jelly kamagra australia kamagra australia cialis kopen levitra 20 mg viagra online bestellen cialis preise cialis original viagra bestellen levitra bayer kamagra shop kamagra oral jelly viagra generika levitra preis kamagra bestellen cialis 20mg cialis bestellen levitra pas cher kamagra prix acheter viagra viagra sans ordonnance cialis pas cher achat viagra kamagra 100 viagra prix kamagra pas cher kamagra 100 mg cialis sans ordonnance levitra sans ordonnance
Viagra Super Active Viagra Generisk Cialis Gel Generisk Levitra cialis pris Kamagra Gel Viagra Soft kamagra oral jelly cialis generisk viagra online viagra online Generisk Viagra Cialis Online Kvinnor Cialis Generisk Cialis Kvinnor Viagra Cialis Super Active Cialis soft viagra apoteket Kamagra Cialis Soft Viagra sverige Kamagra Online
Acquistare Cialis Strips Viagra Pastiglie Kamagra 100 Cialis online Levitra Generico Test pacchetti Propecia generico Acquistare Cialis Soft Tabs Viagra e generici Levitra Cialis Generico Lovegra Super Kamagra Viagra femminile LIDA Dai dai hua Cialis Pastiglie Acquistare Super Kamagra Cialis Generico Viagra online

Bola TV

Esta coluna tem perto de 4 anos e nem me recordo bem como lhe demos o título. O iPhone 4 tinha sido lançado poucos meses antes e a App Store estimava-se que tivesse cerca de 500.000 aplicações (a Google um pouco menos). O título fazia sentido porque de facto parecia já haver uma aplicação para tudo. Mas o mais interessante foi testemunhar todas de áreas que nasceram precisamente desta ubiquidade da transação de informação e da multiplicidade de sensores e dispositivos capazes de a interpretar e interagir entre si e o mundo que os rodeia.

O tema da Internet das coisas já foi alvo de uma abordagem neste espaço. E se tecnologias como o Bluetooth tornaram possível a criação de dispositivos como os beacons que podem dar vida a qualquer objecto, outros produtos tem sido criados já com a conectividade em mente.

O futebol foi no último ano alvo de escândalo atrás de escândalo. E sabe-se que nas arbitragens, pelo menos, este já poderia ter sido minimizado. Se o recurso ao vídeo-arbitro poderia quebrar a dinâmica do jogo (e isso seria verdade pelo menos no campeonato Inglês, onde ela de facto existe), já a tecnologia de linha de baliza poderia ter sido facilmente resolvida. Um chip na bola outros na baliza e a coisa resolveu-se tecnologicamente há já algum tempo. O ténis como sabe usa a tecnologia hawk-eye.

Interessante é começar a ver esta tecnologia em produtos de consumo como o fez a Wilson com a bola da basquetebol X Connected. Precisa da bola (a X Connected the tem o chip), de um iPhone (app Android está prometida) e um cesto à altura regulamentar de 3mts com rede. Com quatro módulos de jogo a aplicação vai-lhe fornecendo informação em tempo real sobre a performance do seu treino e coloca-o(a) em situações de jogo real. Obviamente a grande mais valia é que a aplicação lhe gera automaticamente um conjunto de estatísticas sobre o seu treino/jogo que lhe permitirão saber onde pode evoluir. É o verdadeiro produto game changer sem realmente o ser. O que faz uma aplicação ou um jogo ser um sucesso de vendas ou de downloads não é, na maior partes das vezes mensurável. São os pequenos twists ou singularidades que separam o mega hit do fracasso. O que parece certo é que vieram para ficar.

A Apple, por exemplo, acha que o futuro da Televisão passa pelas apps e já delineou a estratégia para a próxima iteração da Apple TV. Curioso o facto de esta apresentação ter coincidido no mesmo mês que se soube, por um estudo da Flurry, que pela primeira vez os consumidores americanos passaram mais tempo a interagir com aplicações móveis do que a ver televisão. Ah, e parece que é este mês que o Netflix chega a Portugal. Se tiver uma smart tv há uma app para isso.

Share This