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Ou Vrrrrraaaiiiii. Seja a imitar o barulho do motor ou a manifestar medo, parece certo que os próximos anos serão férteis em realidades virtuais e nas experiências que estas proporcionarão. E se é verdade que a existem um conjunto de plataformas e dispositivos que podem tornar uma experiência bem mais imersiva que um smartphone com o Google Cardboard (pela capacidade de processamento/virtualização ou por se tratar de uma experiência mais hardcore) parece-me que será na mobilidade que, uma vez mais a massificação da VR se dará. Ou haverá a capacidade para criar estas experiências nos milhares de milhões de dispositivos móveis que todos os dias acompanham mais e mais pessoas por todo o mundo ou acabará por se tornar numa indústria dedicada a nichos de mercado específicos.

Não que estes sectores de mercado, onde já se validou a utilidade da VR não sejam, per si, mais que suficientes para fazerem desta tecnologia um êxito e algo com que aprenderemos a viver nos próximos anos. Parece-me tecnologia Toyota. Da saúde, à medicina, educação, cultura, turismo…na realidade (na verdade) será mais fácil tentar identificar os sectores de atividade onde a VR não tenha um uso prático. Mas será na capacidade para, fazendo uso de um dispositivo de 5€, quase descartável e do seu telemóvel que a massificação do uso será dada. Seja em museus, numa sala de aula ou mesmo num restaurante McDonald onde qualquer embalagem de um Happy Meal se transforme nuns Happy Goggles. Guarde para casa os Oculus Rift, os Gear VR ou os HTC Vive. On the move e no mundo real vai precisar de uns Happy Gogles e do seu smartphone. E de experiências ricas. Experimente estas de acordo com o seu estado de espirito. Gosta de emoções forte e filmes de terror? Experimente o Sisters: A Virtual Reality Ghost Story ou o Chair in a Room. Para experimentar, nem que seja por uma vez, umas das maiores pancadas dos últimos anos – a de se colocar pendurado num qualquer Empire State Building – experimente o Caaaaardboard!

De resto não deixe de experimente o Vrse, talvez dos melhores exemplos de VR à data. Quando se cansar de todos eles vá até ao Youtube. A Google já admitiu que utilizará o mesmo como canal preferencial de divulgação de vídeos VR e, se como eu as férias de 2016 já fazem parte do passado pode começar já a visualizar-se no destino do próximo ano.

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