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Allo, it’s me…

 

 

Não estou na Califórnia, mas está a Google e estará Allo. Na realidade estão ambas – a empresa e a app – em todo o lado e essa é a parte mais assustadora da estória. Diz o Elon Musk e eu sou pessoa para concordar com ele.

Pego na Allo porque desde que o Facebook se lembrou de comprar o Whatsapp por aquele número escandaloso que estamos a assistir à revolução do messaging. E como evoluímos. Dos sinais de fumo, a Fidípedes, Gutemberg, a Braille, a Bell, a Jobs e agora isto. Vamos andar os próximos anos a Emoji e a falar/teclar com Bots. Pelo menos parece ser esse o caminho que está a ser desenhado. As apps em última instância saltam para dentro da sua aplicação de messaging favorita numa mescla de API’s de serviços que estarão integrados e prontos a pegar na conversa onde a Cortana, a anónima assistente na Allo, a Siri ou a M do Facebook o deixam. E todas as interações poderão ser feitas em modo conversacional contextualizado.

Há uns meses atrás peguei no tema da AI para abordar a forma como os modelos computacionais estão a ser exponenciados ao ponto de pessoas como Stephen Hawking e o já referido Elon Musk exporem publicamente as suas preocupações.

Até há pouco tempo houve que afirmasse que a Apple corria o risco de se tornar a próxima Blackberry. Isto porque continha a Siri trancada na redoma do seu ecossistema a Siri. E embora para já não esteja nos outros sistemas operativos na WWDC há umas semanas já anteviu que no próximo iOS 10 a Siri vai estar disponível para os programadores e assim já vai poder indicar-lhe que quer mandar uma mensagem pelo Whatsapp a alguém ou pedir-lhe para chamar um Uber.

Seja por texto ou voz o que parece cada vez mais certo é que passaremos mais tempo a interagir com chatbots e assistentes virtuais e com as extensões aplicacionais dentro das apps de messaging do que, em muitos casos, com as apps per si. E será este o princípio do fim das apps como as conhecemos?

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