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2013 segundo os Maias

Um final de ano e consequente início do próximo – assumindo que os Maias, sendo um povo sábio, nesta estariam enganados – dá sempre azo a duas coisas: uma retrospectiva do que se passou naquele que termina e a um conjunto de perspectivas para o ano seguinte. Vamos lá?

Primeiro o que se passou. Nesta área as novidades são diárias e uma síntese acaba sempre por pecar por escassez. De qualquer forma há factos que marcaram o ano. Comecemos. Em mercados maduros – como o nosso – já não existem dumbphones! Lembra-se da última vez que um folheto de vendas das nossas superfícies comerciais anunciou algo que não um smartphone? Eu também não. Tornaram-se ubíquos. Transversais nos leques etários e extractos sociais.

Quanto às plataformas e aos sistemas operativos que os moldam as coisas mudaram um pouco. A RIM (Blackberry) passou o ano inteiro em coma e viu o seu share de mercado praticamente desaparecer. Ao mesmo tempo a MSFT apresentava ao mundo a sua parceria com a Nokia para vender o seu novo OS Windows Phone suportado por um ecossistema muito semelhante ao da Apple onde HW&SW se apoiam mutuamente – vide o Surface, apesar das suas fracas vendas iniciais. Enquanto estes dois últimos se debatiam por uma quota de mercado que, conjunta que não chegava aos dois dígitos, o duopólio Google (Android) + Apple (iOS) continuou a afirmar-se. Os consumidores já não estão é para esperar pelos ciclos de produto de um ano da Apple. E enquanto o iPhone 5 não saiu o share de mercado Android ultrapassou os 70%. Isto no mesmo ano em que a Apple se tornou a empresa mais valiosa do mundo, relançou toda a sua linha de produtos e apresentou o iPad mini que parece já estar a canibalizar as vendas do 4. Foi também o ano da Samsung. A empresa norte-coreana já quase parece o braço armado da Google sendo o único fabricante de HW que dá realmente alguma luta à Apple. Além dos Galaxy SIII, a Samsung colocou vários sabores de uma categoria híbrida – os Phablets – no mercado: o Galaxy Note. Este, tal criança nos primeiros anos de vida cresce a um ritmo alucinante e, rumores apontam que em 2013 ecrã chegue as 6,3 polegadas. Disse que ia deixar de fora muita coisa. Uma delas poder ser, por exemplo, a Amazon e os seus Kindle pela fraca expressão que tem no nosso mercado, “maisfaites attention.

2013? O mundo não acabava a dia 21?

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