Pagamentos móveis no Brasil 2013-2017

 

 

O mercado de pagamentos móveis ainda não atingiu seu pleno potencial, apesar da evolução recente do setor nos últimos dois anos. As grandes empresas também estão se movimentado, e toda a cadeia de meios de pagamento – bancos, processadoras, bandeiras, adquirentes – envolveu-se em uma corrida por inovações e adaptações tecnológicas. O mercado de pagamentos móveis despertou a atenção não só de especialistas como a Paypal, que vem testando uma série de modelos no Brasil, mas também de outros componentes e players do mercado, que vislumbram a eliminação de intermediários para se beneficiar do relacionamento e aproximação da marca com o usuário final.

Um estudo da Accenture sobre pagamento móvel feito com cerca de 1.500 brasileiros mostrou que 40% dos entrevistados planejam aderir a uma alternativa de pagamentos móveis no próximo ano. A pesquisa também afirma que 65% deles estariam dispostos a mudar de operadora, caso ela não ofereça suporte a esse modelo quando aceito na rede de varejo. Esse dado impulsiona ainda mais a inclusão das operadoras no páreo do mobile payment.

No Brasil, 5,4% dos pagamentos são efetuados na esfera mobile, sendo 2,3% feitos via smartphones e 3,1% via tablets (Índice Global de Pagamentos Mobile da Adyen). Já na escala global, o volume financeiro transacionado deve alcançar US$ 235,4 bilhões neste ano, o que representa crescimento de 44% em relação a 2012, segundo dados do Gartner.

 

 

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